Amigo

Segue-me
Através do vento
Na brisa do teu olhar.
Esses olhos azuis são como o mar,
Dois golfinhos a chapinhar

A nossa amizade é infinita
Tal como os números.
A nossa lealdade é tão grande
Que a confundem com a Torre Eiffel.

Sê honesto,
Sê fiel,
Comigo e com a tua família.
Se fizeres isso, serás um bom rapaz.

Se quiseres ser bem sucedido,
Estuda e tira boas notas.
E no teu futuro terás um trabalho de que gostas
Em Portugal ou noutro país.

Sê feliz, amigo!


A princesa e o pato


Era uma vez uma bela princesa que vivia num castelo horroroso sob a vigilância de uma bruxa que a tinha capturado. Tinha vivido sempre sozinha e infeliz, mas com esperanças de voltar a ver a sua família e o seu maravilhoso palácio.
Há anos que estava fechada na torre mais alta e no quarto mais escuro, a pão e água.
Um dia, ouviu um pato, mas pensou que fosse a bruxa a preparar o seu almoço. Pensou mal. Era um pato encantado, que voou até ao parapeito da sua minúscula janela e lhe disse que a conseguia tirar daquele sítio imundo, sem que ninguém visse.
Dito e feito. Tirou-a dali através de um raio luminoso e levou-a para bem longe.
O pato contou-lhe que estava enfeitiçado e que, para quebrar o feitiço, eram precisos cinco trevos de quatro folhas vermelhas.
Todavia, havia um pequeno problema. Os trevos encontravam-se muito longe do sítio onde eles estavam e nunca ninguém os tinha encontrado. Ainda assim, mesmo que os trevos estivessem no fim do mundo, eles queriam ir procurá-los. Lá foram eles.
Partiram em busca dos tais trevos e, por acaso, tiveram sorte. Encontraram-nos, mandaram-nos ao ar e o pato transformou-se num belo príncipe, com quem ela casou. E viveram felizes para sempre!  



Más notas


Nesta história que eu vou falar do príncipe Gonçalo que era muito diferente de todos os outros. Ele ia à escola como os outros meninos da aldeia. 
O príncipe Gonçalo era um excelente aluno. Nas aulas, ele estava sempre muito atento, muito trabalhador e empenhava-se bastante nos trabalhos que lhe eram dados. Só que, às vezes, ele estava distraído por causa de uma rapariga bonita, de quem ele não tirava os olhos.
Sempre que era dia de teste, o príncipe Gonçalo não tirava boas notas devido ao facto de estar sempre a olhar para a tal rapariga.
Certo dia, a rapariga perguntou ao príncipe Gonçalo:
− Tu gostas de mim? É que, nas aulas, eu tenho reparado que tu não paras de olhar para mim.
− Não, eu não gosto de ti.
No dia seguinte, como o príncipe Gonçalo se apercebera que a tal rapariga já sabia tudo, ele decidiu contar-lhe a verdade. A rapariga não reagiu nada mal.
Mais tarde eles construíram um castelo casaram-se e tiveram dois filhos chamados: Rui e Pedro.  

A desconfiança



Era uma vez um príncipe muito feliz. Era muito respeitado pelo seu povo. Tinha cabelo castanho e olhos brilhantes. Usava sempre a coroa brilhante e dourada dele.
Um dia, o príncipe encontrou uma princesa muito charmosa.  Casou
com ela. Chamava-se Mariana. Tinha cabelo louro e olhos azuis.
Anos mais tarde, os dois tiveram cinco filhos. Os nomes deles eram:
Miguel, João, Pedro, Manuel e por fim a Isabel.
Passados uns anos, a sua filha Isabel apaixonou-se por um príncipe
muito atraente e simpático.
A pior parte foi que a família do príncipe não gostava da família
da princesa, mas, como a princesa amava muito o príncipe, decidiu convidá-lo a ir para França com ela. Ele logo aceitou. E assim viveram felizes para sempre.

A bela princesa


 
Era uma vez um príncipe que vivia num belo palácio no meio de uma floresta linda. Esse príncipe vivia sozinho, mas queria ter mais alguém para o ajudar a governar o reino.
Passado algum tempo, o príncipe partiu em busca da sua bela esposa. Passou por muitos reinos, mas não encontrou a noiva dos seus sonhos.
Como nos reinos mais próximos não havia princesas muito bonitas, decidiu ir ao país mais perto, que era Espanha.
Em Espanha, encontrou uma bela princesa chamada Flor. Ela era bonita e rica, como nos sonhos do príncipe.
Passados alguns dias, a Flor e o príncipe começaram a namorar.
Algumas semanas depois, o príncipe ajoelhou-se em frente à princesa e pediu-a em casamento. A princesa disse que sim, muito contente.
No dia seguinte, o príncipe e a princesa casaram-se.
No fim do casamento, o príncipe levou-a para o seu palácio e os dois começaram a governar o reino.
Passados alguns meses, nasceu um bebé. O príncipe e a princesa continuaram a governar felizes e a cuidar do bebé.

Um sonho realizado

Certo dia, apareceram num castelo sombrio uma princesa e um príncipe.
Quando eles olharam para o castelo, pensaram logo que era ali que iria acontecer o seu casamento, mas, com tantas despesas, eles não conseguiam fazer um casamento em condições. Pensaram, pensaram até decidiram que se iriam casar no dia seguinte.
Eles não sabiam bem como é que iriam enfrentar todos aqueles problemas, pois não tinham dinheiro para terem um casamento em condições. Eu própria ajudei-os com o que eu tinha. Agora tínhamos era de começar a trabalhar.
Por fora, o castelo era preto e feio como uma pedra, mas, por dentro, era luxuoso como ninguém imaginara.
Só faltava fazer os convites para o casamento.
Como o castelo tinha imensas flores aproveitámos as suas folhas para fazer os convites.
No dia seguinte o príncipe e a princesa casaram-se pelo registo civil e a, partir daí, viveram felizes, mas com algumas dificuldades que eles juntos conseguiam aguentar.
E eu fiquei muito feliz por tê-los ajudado no seu casamento.

O príncipe e a princesa

Era uma vez um príncipe e uma princesa que viviam numa casa muito velha.
Houve um dia que a princesa disse assim para o príncipe:
− Já estou farta de viver nesta velha casa.
E o príncipe decidido disse:
− Concordo contigo. Também já estou farto de cá viver.
Eles conversaram melhor e chegaram à conclusão que já não podiam viver lá mais.
Foram rapidamente falar com um mágico, que se chamava Diogo. Disseram-lhe que já não aguentavam viver naquela casa e também lhe perguntaram se ele podia fazer magia à velha casa, transformando-a num palácio enorme.
Ele disse que fazia a magia, mas com uma condição. Tinham de lhe dar mil euros. O príncipe e a princesa deram-lhe o dinheiro e ele fez a magia. Da casa velha surgiu um palácio enorme.
O príncipe e a princesa ficaram muito contentes e compraram muitas coisas para decorar o palácio. 

Margarida Fonseca Santos

Deixo-vos com o blogue da escritora que nos visitou esta semana e que nos deixou as suas palavras e as suas histórias, cheias de imaginação e criatividade.

http://margaridafonsecasantos.blogspot.com

Sonhar

Hoje não me lembro de nada

Só me apetece

Lá fora está a chover

Não me apetece brincar

Só ficar quietinho

Quentinho no meu cantinho

Quero dias de

Só quero é brincar

Rir e cantar

Em dias de quero é divertir-me

Fazer na

Ser um de escamas douradas

Ser marinheiro e navegar pelos mares fora

Ser lutador e conquistar terras

Ser com uma bata de muitas cores

Ser , inventar pratos deliciosos

E ser famoso para sempre

Gostava de ser sonhador e sonhar com tudo!





O piquenique com as minhas amigas



Estava um dia de muito sol e calor e eu fechada em casa. Não tinha nada para fazer. Apetecia-me ir fazer um piquenique. Porém, não sabia com quem havia de ir.

Estava a pensar, a pensar, até que o telefone tocou. Achei estranho, mas atendi. Era a Deise, a perguntar se eu queria ir fazer um piquenique com ela. Sem hesitar, aceitei logo.

Combinámos encontrar-nos no parque de merendas, ao pé do bosque assustador.

Fiz bolos, batidos, doces e sumos. Arrumei tudo dentro do cesto e meti pés ao caminho.

Mais tarde, quando cheguei, encontrei-me também com a Joana, a Raquel, a Leandra e a Joana Vieira.

Enquanto a Deise não chegava, fomos comendo uns bolinhos e conversando.

Acabámos de lanchar e a Deise sem aparecer. Em seguida, decidimos ir procurá-la ao bosque assustador.

Lá estava ela, a chorar perdidamente. Quando nos viu disse que se tinha perdido e que, sem nós, nunca teria saído dali.

Moral da história: quando nos queremos divertir, há sempre alguma coisa que corre mal. Porém, não há nada melhor que ajudar as amigas.




Um dia de piquenique

Um dia fui fazer um piquenique com a minha família.

Fui com meu pai que é alto e magro, e com a minha mãe que tem cabelos castanhos e curtos. Também foram os meus avós, que são velhinhos. Os meus tios, que são altíssimos, e os meus primos também se juntaram a nós.

Fomos fazer o piquenique numa praia linda e encantadora.

Levámos os fatos de banho para irmos nadar. Antes de almoçarmos montámos as coisas. Entretanto, fomos comer pães com fiambre e cerejas maduras.

Com tudo já arrumado, fomos dormir a sesta porque era hora de maior calor e aproveitamos para fazer a digestão.

Passadas umas horas, acordámos e já tinha passado a hora de maior calor e também já tínhamos feito a digestão.

O meu pai e meu tio mentiram-nos, dizendo que iam ao café, mas, afinal, logo que nos viram na água, vestiram o fato à tubarão e foram assustar-nos. No fim, todos descobrimos que eram eles.

Já estava a escurecer, pegámos nas nossas coisas e fomo-nos embora.

Eu adorei aquele dia de piquenique.

O meu animal de estimação

Olá! Eu sou a Deise e o meu animal de estimação chama-se Dundi.

O Dundi é um cachorrinho adorável e faz um ano no dia vinte e três de Agosto.

Ele é muito brincalhão e, às vezes até demais, porque ele estraga as flores todas à minha mãe e, por duas vezes, roeu camisolas que a minha mãe tinha peduradas no estendal da roupa.

Eu também tenho um gato chamado Tomi e o Dundi tem muitos ciúmes dele.

O meu cãozinho tem o pêlo cinzento e, no peito, uma manchinha branca.

A mãe dele era uma cadela minha, mas, depois de ter cinco filhotes, morreu. Eu fiquei com o Dundi e ofereci os seus irmãos a amigos meus.



O meu animal de estimação


O meu animal de estimação preferido é a chinchila.
Tenho duas chinchilas e adoro brincar com elas.
Têm pêlo preto e branco e outras têm o pêlo amarelo alaranjado.
Quando andam soltas na cozinha, tenho que tomar conta delas para não roerem nada, para não irem para trás do frigorífico e, às vezes, tenho de tirar o estendal com a roupa, para não a roerem.
De noite, elas saltam, fazem barulho e não param de brincar. De dia, dormem e descansam.
Tomam banho numa banheira própria. Adoram comer pão, nozes e muitas outras coisas.
Até comprámos uns paus e outras coisas para elas roerem, para não lhes crescerem os dentes e eles morrerem.
De manhã, ponho-lhes comida e trato da areia da gaiola delas.